Estranha forma de viver em solidão profunda. Mas, a solidão profunda nada mais é do que estar com todos e não estar com ninguém ao mesmo tempo. A famigerada pós-modernidade impõe condutas "típicas" de volatilidade ágil nas relações humanas. O que ser espera do mundo do espetáculo? O palco? Seus atores? Suas peformances?
Alguns dizem com firmeza inacreditável, com uma fé inabalável: "eu te amo"... Outros, dizem com autoridade, "você é meu melhor amigo". São tantas falas, tantos discursos, tantas práticas, tantas ações. Amamos e odiamos no mesmo instante. O paradoxo se estabelece naquilo que entendemos como verdade imediata e mediata. O que é verdade, afinal? Alguns filósofos já fizeram e se fizeram esta pergunta, antes!!.
O momento, agora, é do simulacro, das verdades mentirosas e das mentiras verdadeiras. Existe até gente especializada em criar mundos fantasiosos que parecem verdadeiros.
Bem, mas o discurso faz coisas que até o "d..." desconfia!! É o discurso que ajuda na crença de que aquilo que se fala é aquilo que se acredita piamente!!! Ah, mas não é só o discurso o grande responsável! A imagem é fato e não é! Outros são os recursos técnicos e pirotécnicos que espetacularizam vidas comuns e vidas não tão comuns.
Ora, ora, ora!! É assim que a teia do mundo virtual se confunde com o mundo real. Mas, que mundo real? Se assim fosse, não teríamos o talento ímpar de sermos outros e nos fazermos outros em nosso cotidiano. Somos e não somos!
Temos e não temos identidade! Nossa identidade parece forjada por um folhetim que encanta multidões às 9h da noite, no mesmo "bat channel", na mesma "bat telinha". Todos têm um quê de Bebel. Todos têm um quê de Paula. Todos têm um quê de Thaís. Todos querem ser, querem ser, querem ser... E o que são??
O mundo da fantasia é válvula de escape para os frívolos...Nâo estou falando do maravilhoso mundo da fantasia de Cinderelas, Brancas de Neve... Que, de alguma forma, encantaram e encantam nossos sonhos, apesar de serem péssimos exemplos para moças de família... batalhadora!
Falo da fantasia consubstanciada em máscaras. Mas, não são máscaras do carnaval. São máscaras do verdadeiro cotidiano diário rotineiro!! Fantasio que sou feliz. Fantasio que minha mulher é a mais gostosa do pedaço. Fantasio que sou macho pra caralho. Fantasio que sou imune à "burrice"...Fantasio, fantasio, fantasio...
Ah, para amenizar meu "sofrimento", os outros também fantasiam. Fantasiam que são felizes - lêdo engano...Fantasiam que não sofrem - lêdo engano...Fantasiam que podem tudo e que tudo podem - lêdo engano...Fantasiam, fantasiam, fantasiam...
Parece que queremos viver sempre um personagem, por mais que isso possa parecer absurdo ou politicamente correto. Aliás, o que é mesmo ser politicamente correto??? Hoje, quero mais é ser incorretamente político!
Dos deletérios cometidos, pode-se até fazer gestos "obscenos" - nos saguões do poder - e dizer que foi "indignação". Ora, parece que todos os "porra, caralho, puta que pariu, vá tomar no cu - virou até hino" viraram mesmo, definitivamente, interjeições sem nenhum tipo de ofensa!! E mais, os gestos também! Se fudeu! Ou, fudeu-se?
Não importa! O que importa é que, na "verdade", nada é verdade! Precisamos, para continuarmos sobrevivendo, acreditar em "contos da carochinha". Caso contrário, perdemos, de vez, qualquer possibilidade de sermos "umanos"! Melhor se fôssemos todos Macabéas! Ela, sim, viveu seu mundo, sua fantasia, sua (in) felicidade, sua (i) realidade, sua (i) materialidade.
Alguns dizem com firmeza inacreditável, com uma fé inabalável: "eu te amo"... Outros, dizem com autoridade, "você é meu melhor amigo". São tantas falas, tantos discursos, tantas práticas, tantas ações. Amamos e odiamos no mesmo instante. O paradoxo se estabelece naquilo que entendemos como verdade imediata e mediata. O que é verdade, afinal? Alguns filósofos já fizeram e se fizeram esta pergunta, antes!!.
O momento, agora, é do simulacro, das verdades mentirosas e das mentiras verdadeiras. Existe até gente especializada em criar mundos fantasiosos que parecem verdadeiros.
Bem, mas o discurso faz coisas que até o "d..." desconfia!! É o discurso que ajuda na crença de que aquilo que se fala é aquilo que se acredita piamente!!! Ah, mas não é só o discurso o grande responsável! A imagem é fato e não é! Outros são os recursos técnicos e pirotécnicos que espetacularizam vidas comuns e vidas não tão comuns.
Ora, ora, ora!! É assim que a teia do mundo virtual se confunde com o mundo real. Mas, que mundo real? Se assim fosse, não teríamos o talento ímpar de sermos outros e nos fazermos outros em nosso cotidiano. Somos e não somos!
Temos e não temos identidade! Nossa identidade parece forjada por um folhetim que encanta multidões às 9h da noite, no mesmo "bat channel", na mesma "bat telinha". Todos têm um quê de Bebel. Todos têm um quê de Paula. Todos têm um quê de Thaís. Todos querem ser, querem ser, querem ser... E o que são??
O mundo da fantasia é válvula de escape para os frívolos...Nâo estou falando do maravilhoso mundo da fantasia de Cinderelas, Brancas de Neve... Que, de alguma forma, encantaram e encantam nossos sonhos, apesar de serem péssimos exemplos para moças de família... batalhadora!
Falo da fantasia consubstanciada em máscaras. Mas, não são máscaras do carnaval. São máscaras do verdadeiro cotidiano diário rotineiro!! Fantasio que sou feliz. Fantasio que minha mulher é a mais gostosa do pedaço. Fantasio que sou macho pra caralho. Fantasio que sou imune à "burrice"...Fantasio, fantasio, fantasio...
Ah, para amenizar meu "sofrimento", os outros também fantasiam. Fantasiam que são felizes - lêdo engano...Fantasiam que não sofrem - lêdo engano...Fantasiam que podem tudo e que tudo podem - lêdo engano...Fantasiam, fantasiam, fantasiam...
Parece que queremos viver sempre um personagem, por mais que isso possa parecer absurdo ou politicamente correto. Aliás, o que é mesmo ser politicamente correto??? Hoje, quero mais é ser incorretamente político!
Dos deletérios cometidos, pode-se até fazer gestos "obscenos" - nos saguões do poder - e dizer que foi "indignação". Ora, parece que todos os "porra, caralho, puta que pariu, vá tomar no cu - virou até hino" viraram mesmo, definitivamente, interjeições sem nenhum tipo de ofensa!! E mais, os gestos também! Se fudeu! Ou, fudeu-se?
Não importa! O que importa é que, na "verdade", nada é verdade! Precisamos, para continuarmos sobrevivendo, acreditar em "contos da carochinha". Caso contrário, perdemos, de vez, qualquer possibilidade de sermos "umanos"! Melhor se fôssemos todos Macabéas! Ela, sim, viveu seu mundo, sua fantasia, sua (in) felicidade, sua (i) realidade, sua (i) materialidade.

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