Da promessa de sonhos
ira da indecente necessidade de viver
viver por quê?
rasga o peito aberto, dilacerado, engasgado
veste a túnica do medo, do zelo, do ódio
navega na imensidão escura do sentimento
espera a ponta polida e perfeita do punhal que te atiram
sofre a mais teimosa dor, amargura, vestimenta da alma ingrata
ignata faca que corta o mais incalculável fingimento seco
da garganta seca, da intensidade seca, da morte seca
morre, enfim...seu único fim!
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