

teus trilhos seguem firmes
tuas vielas fogem em infinitas curvilíneas
teus espíritos vagueiam insublimes
tuas veias pulsam desejo
teus olhos espreitam pelas frestas dos bondes
tuas casas incendeiam de paixões, de frustrações
teus encantos nos largos enaltecem o amanhecer
tuas imagens reacendem o inabitável
teus botecos insurgem noite adentro, dia afora, noite adentro
tua vida
teu sonho
tua morte
teu espírito, Santa!
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